“Podem os Média Sociais co-existir com as técnicas tradicionais de marketing?” Julho 6th, 2010

É uma das discussões mais acesas no Likedin e que tem agregado alguns pontos de vista antagónicos. No entanto, a preocupação é latente: será que se pode fazer usar-se das mesmas estratégias de marketing nas novas plataformas sociais ou estamos perante toda uma nova forma de pensar?

A conhecida rede social online para profissionais alberga duas diferentes abordagens a este problema. A primeira, que junta os pensadores do marketing tradicional, parece estar a anexar os Média Sociais como uma nova arma para juntar ao seu leque de serviços; a segunda, daqueles que se enfocam apenas sobre esta nova plataforma, rompe com o tradicional, defendendo que estamos perante um novo futuro, perspectivando que tudo o que está para trás irá, gradualmente, desaparecer.

Nesta longa discussão, que importa à Oferta Global colocar aos seus seguidores, expomos os dois pontos de vista.

Uns defendem a teoria de que é necessária uma abordagem de integração, onde as empresas carecem de uma visão geral sobre toda a estratégia de marketing, que deve incluir ambas as plataformas, a offline, dos meios tradicionais, e a online, a dos novos média. Ambas as plataformas devem alimentar-se mutuamente.

No outro lado da discussão, é defendido que o marketing tradicional usa o método “impositivo”, onde se controla a forma e o modo como as pessoas vêm o que se tem para oferecer. Os novos média, sustentam os seus defensores, usam um método oposto, o método “sugerido”, onde as pessoas escolhem elas próprias como e quando querem ver o que lhes está a ser oferecido.

A primeira forma emprega o outbound marketing, ou seja, a estratégia que procura o consumidor. A segunda, as dos média sociais, emprega, por seu turno, o inbound marketing, estratégia que significa ser-se encontrado pelos potenciais clientes numa lógica de relações mútuas e envolvência. As vantagens do inbound marketing são, tal como ilustra a imagem, os seus custos reduzidos, uma melhor segmentação de mercado e um investimento que perdura para o futuro.

Defendem, portanto, que a era da mensagem “martelada” na consciência dos consumidores acabou, dando lugar a toda uma nova forma de estratégias de marketing, que passam por criar um efeito magnético no mercado-alvo que procuram atingir.

Na opinião da Oferta Global, há, definitivamente, lugar para ambas.

Doravante, ambas as plataformas, as online e as offline, irão depender uma da outra. Lembremo-nos que o mercado é composto por várias gerações que incorporam a mensagem de uma empresa de forma completamente diferente e por meios diferentes. Desde o Facebook até ao simples anúncio de estrada.

As novas formas de marketing dão poder ao consumidor, enquanto que os meios tradicionais dão o poder ao fornecedor, às empresas, o que é implicitamente necessário para manter a lógica da oferta e da procura.

O segredo é criar o equilíbrio entre ambas as formas de comunicar uma marca, potenciando a segmentação de mercado através de estratégias que tanto sugerem como impõem o valor dos seus produtos.


Partilhar
Escrito por:

pedro almeida

Social Media Marketing & PR Online

Mais posts de pedro almeida

Na Europa dos 27, Portugal está em 8º lugar nas ligações à internet Junho 23rd, 2010

Num estudo publicado recentemente pela OCDE, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, o nosso país atribui cada vez mais importância à internet, sendo que as casas dos portugueses mantêm ligações à banda larga num número em constante crescendo.

Os resultados alcançados por este estudo põem em clara evidência a propensão de Portugal em se ligar à internet, sendo que, embora outros factores competitivos que nos colocam em comparação com os restantes países analisados fiquem aquém das expectativas, é claro o salto tecnológico que Portugal imprime às plataformas online.

Portugal posiciona-se igualmente em destaque não só na União Europeia, mas também em todo o ranking daquela organização. Se levarmos em linha de conta todos os países que compõe o estudo, o nosso país encontra-se em 13º lugar, numa lista liderada pelo Japão.

É assinalável a posição portuguesa nestas estatísticas recentemente divulgadas. Mais sonante se torna esta dimensão, se mencionarmos que Portugal se encontra à frente de países como a Alemanha, a França, o Reino Unido e a vizinha Espanha.

Acrescenta-se preponderância à posição portuguesa, se divulgarmos, tal como assinala este estudo, que em matéria de acessos da banda larga móvel, Portugal ocupa o segundo lugar da União Europeia.

Na opinião da Oferta Global, estes números comprovam de forma inequívoca a vocação que Portugal demonstra pelo mundo online. Tanto a nível particular, como a nível empresarial, temos assistido a um sem número de processos que se optimizam dia a dia, de comportamentos que se orientam para a rede virtual mundial, para um espaço de negócio que cresce de forma exponencial no nosso país.

Acreditamos que estes números confirmam mais uma vez a nossa personalidade, assente, como sempre, na máxima de “Portugal para o mundo”, de conquista do além fronteiras. Assim o estão a fazer as nossas empresas exportadoras e assim está a responder o mercado internacional à oferta da produção nacional.

Para além de tornar as comunicações empresariais locais – empresa/consumidor/empresa – dentro do nosso território totalmente facilitadas, quando se olha numa óptica mundial, a posição geoestratégica de Portugal já não constitui, pelo fantástico advento das comunicações online, um problema.

Através das comunicações pela intenet, Portugal deixa de estar no canto da Europa, para se posicionar no centro do Atlântico.

Fonte: Público


Partilhar
Escrito por:

pedro almeida

Social Media Marketing & PR Online

Mais posts de pedro almeida

Média sociais confrontam gigantes corporativos Junho 23rd, 2010

Aproveitando a notícia avançada pelo diário económico Oje que põe em agitação realidade empresarial portuguesa, a Oferta Global alerta os seus leitores empresariais para o ladro negro do fenómeno dos média sociais: a capacidade agregadora de opiniões que facilmente põem em causa a reputação de grandes marcas.

Desta vez, nem é a Oferta Global que aponta na direcção deste fenómeno. Usamos o artigo do matutino e pomos em perspectiva as causas que nos levam a reiterar, vezes sem conta, nas páginas deste Blog, que as ferramentas do WebMarketing são armas altamente eficazes para a construção de notoriedade de uma marca.

Mas, num prisma pouco dado à Oferta Global, em tudo sobejamente importante que importa sublinhar, as novas tendências de imagem de marca online estão a adquirir uma capacidade de manietação da opinião pública sem precedentes.

Todos nós concordamos com a expressão de que o “passa a palavra é o melhor forma de marketing”. A custo zero, tem-se a máxima confiança na informação transmitida, já que, aparentemente o emissor não acarreta qualquer vantagem sobre a transformação que a informação veiculada incorpora no receptor da mensagem.

Também toda a gente pelo menos já murmurou a frase “qualquer publicidade é boa publicidade” e o que importa é sermos falados.

No entanto, com os actuais meios que traduzem e possibilitam um passa a palavra à escala planetária, o contagioso efeito bola de neve passível pelas novas ferramentas de comunicação online, os gigantes do mundo corporativo deixam de estar seguros, apesar de munidos de complexas estruturas de gestão de comunicação de crise e de departamentos de Public Affairs.

A exemplo disto, a gigante Norte-Americana Procter & Gamble, empresa que desenvolve marcas tão conhecidas para os consumidores portugueses como o detergente Tide e o material de barbear Gillete, está a braços com uma acusação feita por particulares sobre uma gama de fraldas lançada recentemente pela conhecida empresa que está a abalar seriamente a sua reputação.

A acusação, apesar de não provada, tal como avança a agência noticiosa Bloomberg, iniciou-se em simples Blogs particulares de pais insatisfeitos, passaram para uma cadeia de e-mails que circularam a nível mundial, terminando numa campanha acusatória “anti-Pampers” no Facebook, suportados por convincentes testemunhos de pais que viram os seus filhos com problemas de saúde provocados por aquelas fraldas.

Estas gigantes corporações, habituadas que estão a lidar com pequenos focos de consumidores insatisfeitos, já têm mecanizados, nos seus departamentos de comunicação e marketing, processos de resposta que rapidamente reduzem e anulam estas insatisfações antes de tomarem proporções preocupantes.

Mas sabendo isto, o que terá mudado para que gigantes como a P&G, Johnson & Johnson e outras empresas internacionais estejam a ser apanhadas desprevenidas?

O problema destas grandes empresas é que as suas estruturas de comunicação, pesadas como são, demoram um pouco para se adaptar a novas tendências. Outro problema ausculta-se pela presunção inicial destes gigantes corporativos em acreditar na ideia de que cidadãos anónimos, com recursos limitados, são incapazes de os atingir de forma significativa.

A realidade mudou. A capacidade do passa a palavra é, agora, um ferramenta altamente poderosa no que toca à construção – ou destruição – da notoriedade e imagem de marca. Nos tempos actuais, a defesa e construção da imagem através dos meios mais tradicionais da comunicação e marketing tem de ser acrescido pela nova ferramenta do WebMarketing.

Para a Procter & Gamble, esta foi uma valiosa lição para melhorar a sua capacidade de gerir as suas comunicações de crise, atribuindo, agora, um grande valor às plataformas online, apercebendo-se da sua extraordinária capacidade para falar directamente com o consumidor.

A sua resposta foi dada através do próprio Facebook, na página da empresa, numa mensagem suportada com um vídeo de um médico pediatra, respondendo directamente aos seus consumidores, assegurando uma resposta à altura do “boato”.

Importa demonstrar que a realidade empresarial portuguesa, tal como fica demonstrado pelo destaque desta notícia, também poderá ser vítima destas situações, caso não prepare, convenientemente, a forma como a imagem da sua empresa, produtos e serviços, está a ser tratada no mundo virtual.

Vaticinado permanentemente pela Oferta Global, a realidade empresarial portuguesa também poderá estar à mercê destas crises de comunicação, caso não resguarde, convenientemente, a imagem da sua empresa, produtos e serviços nas estratégias de marketing online.


Partilhar
Escrito por:

pedro almeida

Social Media Marketing & PR Online

Mais posts de pedro almeida

Redes sociais nos Estados Unidos pertencem à Amazon Junho 21st, 2010

A líder mundial dos leilões online, a Amazon, registou, no passado dia 15, a patente de um sistema informático que permite a troca de contactos entre utilizadores – a rede social online.
Significa isto que o Twitter, Facebook e outras redes que queiram operar nos E.U.A poderão ser, doravante, taxadas pela utilização deste sistema.

Relembrando o artigo anterior “Redes Sociais: um negócio de milhões”, onde se aprofundou a contenda entre a Zynga, empresa criadora de jogos sociais – como o conhecido FarmVille – e o Facebook, importa demarcar, mais uma vez, o relevante interesse estratégico que estas redes sociais estão a criar na economia mundial.

Num muito curto espaço de tempo, o fenómeno das redes sociais alastrou-se aos quatro cantos do mundo, exibindo uma capacidade de projecção de marca ímpar, que nenhuma outra ferramenta de marketing conseguiu até agora alcançar.

Atenta a isto, a Amazon avança com esta decisão, sem expressar especificamente, no entanto, que restrições ou imposições irá criar às redes sociais já existentes que fazem uso das funcionalidades incluídas neste programa.

Tal como avançado pela Forbes, o caso remonta a 1998, altura em que Brian Robertson e Warren Adams, co-fundadores da PlanetAll, a equipa comummente considerada como criadora da primeira rede social existente, venderam a empresa à Amazon, com a patente incluída.

Ainda assim, foi apenas em 2008, que a Amazon se decidiu pelo registo desta patente, fazendo o respectivo pedido formal junto do Gabinete de Patentes e Marcas Registadas dos E.U.A.

O pedido, que foi recentemente aprovado, abre a possibilidade à Amazon de criar uma enorme vantagem competitiva no mercado face aos seus concorrentes directos e alcançar avultados lucros, podendo, ora taxar as redes sociais pelo uso do serviço que lhe pertence, ora processar judicialmente estas mesmas empresas pelo uso indevido do programa até ao momento.

Tal como a Oferta Global preconiza, é necessário que a realidade empresarial portuguesa esteja atenta a todas estas movimentações.
É fundamental uma visão estratégica, rápida e consolidada para responder de forma incisiva, de modo a criar campanhas de WebMarketing eficazes de modo a aproveitar todas estas estratégias dos players internacionais.

Para se ter a real ideia do pendor económico das plataformas online, o Facebook, uma das muitas plataformas de redes sociais, que conta com pouco mais de seis anos, facturou em 2009, tal como anunciou a agência Reuters, cerca de 650 milhões de euros.


Partilhar
Escrito por:

pedro almeida

Social Media Marketing & PR Online

Mais posts de pedro almeida

Redes sociais: um negócio de milhões Junho 18th, 2010

A Zynga, empresa criadora de jogos sociais, detentora do conhecido jogo online FarmVille, ameaça deixar o Facebook, caso as regras impostas pela conhecida rede social sobre a percentagem dos ganhos não seja revista.

Já é por demais conhecida a importância das redes sociais que povoam o ciberespaço e a parte significativa que estas ferramentas ocupam, definitivamente, na vida quotidiana de todos nós. No entanto, é apenas quando existem contendas e pontos de vista conflituosos que são espiados os dados que estão por detrás destes entretenimentos, demonstrando, com impressionantes números, o poder lucrativo que suporta a intensa proliferação destes instrumentos de interacção social online.

Em Abril, o número de utilizadores dos 25 jogos mais utilizados no Facebook decresceu, o que levou a perguntar-se se esta plataforma estaria a perder o seu fulgor. A outra dúvida que de imediato assaltou de preocupação todos os que dependem comercialmente da actividade de ambas as plataformas de comunicação social online, nessa altura, consistia da análise feita às flutuações do índice de actividade dos jogos online e o que estaria na base da perda de tantos utilizadores dessa forma tão inesperada.

Segundo o Inside Network, uma companhia que se dedica à difusão de notícias e pesquisas de mercado sobre a Plataforma Facebook e sobre o ecossistema dos jogos sociais, existe uma marcada diferença entre o número de utilizadores a partir do início de Março, altura que coincide – mas não se confunde! – com a remoção da ferramenta de notificações por parte daquela plataforma social.

De facto, em valores registados em Junho, o FarmVille chegou a perder até 7,7 milhões de utilizadores activos, apesar da gigantesca campanha de marketing lançada em associação com a empresa 7 – Eleven, uma cadeia de lojas de conveniência norte americana, que passaram a demonstrar imagens do jogo nos seus produtos, no início deste mês.

O pódio fica completo, com o Texas HoldEm Poker a atingir o segundo posto, tirando vez ao RockYou’s Birthday Cards, tendo a remoção de notificações levada a cabo pelo Facebook afectado estes jogos, respectivamente, em 740 mil e 6,3 milhões de utilizadores, no seu índice MAU – Utilizadores activos mensais.

Importa relembrar que as notificações para os endereços electrónicos dos utilizadores foram uma ferramenta fundamental para o crescimento constante e posterior agregação do número de utilizadores durante o ano passado.

Depois de revistos os números, uma pergunta mantém-se suspensa: o que levou o Facebook a acabar com a ferramenta de notificações?

A justificação para a remoção deste serviço é fundamentada, pelo Facebook, através da excessiva agressividade com que com que os desenvolvedores destes jogos dele se serviam, enchendo as caixas postais electrónicas, confundindo as notificações com spam.

Mas será esta a verdadeira razão?

É que os números apresentados são impressionantes: só contando com o FarmVille, os jogos online dispõem quase 80 milhões de utilizadores activos. Tal como se constata no gráfico em epígrafe, se a este, juntarmos os três lugares cimeiros, os jogos online contabilizaram mais de 141 milhões de visitantes às plataformas de divertimento só no mês passado.

Com uma dimensão tão avolumada, naturalmente que o interesse negocial nestas plataforma é imenso, justificado pela capacidade de condicionar em larga escala um segmento de mercado específico, tornando-o num target acessível, facilitando o controlo sobre as campanhas de marketing orientadas.

Sabendo isto, e tal como a TechCrunch anunciou, o Facebook reclamou para si cerca de 30% dos ganhos que a Zynga consegue do FarmVille. A isto, acresce também a pretensão de uma certa exclusividade em ver alocado o jogo apenas naquela plataforma.

Assim se explica, então, a remoção da ferramenta de notificações: é que esta foi a forma que os administradores do Facebook encontraram para exercer pressão sobre os desenvolvedores da empresa criadora de jogos sociais para aceder rapidamente à proposta feita.

Mas não deixará de haver uma resposta por parte da Zynga.

São jogos. E são divertimentos que movem negócios de milhões.

Movimentações que a Oferta Global segue de perto.


Partilhar
Escrito por:

pedro almeida

Social Media Marketing & PR Online

Mais posts de pedro almeida

Petição do Facebook escolhe apresentador para o Saturday Night Live Maio 20th, 2010

Uma petição no Facebook, com mais de meio milhão de fãs, fez com que a actriz Betty White apresentasse o programa Saturday Night Live.

Mais conhecida pelos Portugueses como a Rose da série “Sarilhos com Elas,” ou mais recentemente como a avó de Ryan Reynolds no filme ”A Proposta,” Betty White é hoje uma figura querida da Cultura Popular. Depois de a petição “ Queremos a Betty White a apresentar o SNL (por favor)”ter sido criada, os produtores do programa Saturday Night Live viram-se “forçados” a convidar a actriz para ser uma das apresentadoras deste programa, que tem sempre apresentadores diferentes.

No passado dia 8 de Maio, dia da Mãe nos Estados Unidos, Betty apresentou o SNL juntamente com outros convidados.  O sucesso estrondoso do programa foi tal, que este eliminou a concorrência naquela noite. Este sucesso foi também repercutido nos Social Media especialmente no Twitter e no YouTube. Segundo o Advertising Age o nome de Betty White foi twittado 18,355 na hora de maior audiência do programa. Durante o fim-de-semana de 7 a 9 de Maio o nome da actriz foi referido 1,600 vezes por hora no Twitter. No mesmo fim-de-semana estreou nos cinemas Americanos o muito antecipado Iron Man 2,  o que gerou curiosidade no Advertising Age de saber qual dos dois foi o mais twittado, Betty White ou o Iron Man 2. Embora o Iron Man 2 tivesse sido extremamente publicitado, as pessoas queriam era falar de Betty White,  a qual ganhou com uma larga vantagem de 26,614 tweets.

Fonte: Advertising Age

Simultaneamente o programa SNL também foi intensamente referenciado no Twitter. Segundo este estudo feito pelo Trendrr para o Advertising Age, o SNL teve nesse fim-de-semana o maior índice de tweets do último ano.

Fonte: Advertsing Age

O sucesso da petição foi tal, que a seguir à emissão do programa foi criada outra petição mas desta vez para Betty White apresentar os Oscars.


Partilhar
Escrito por:

Ana Ferrão

Mais posts de Ana Ferrão

O Facebook vai mudar ainda este mês Maio 13th, 2010

O Facebook irá mudar ainda este mês as suas funcionalidades relativamente à localização do utilizador, diz o site Advertising Age.Ao aderir à nova ferramenta, o utilizador irá automaticamente dar a conhecer a sua localização exacta, o que será extremamente importante para os marketeers de todo o mundo.No caso das Redes Sociais, como a FourSquare, que se baseia neste tipo de funcionalidade, não é novidade; mas na rede Facebook, as cadeias de restaurantes poderão fornecer automaticamente o menu do dia e promoções de um dos seus restaurantes, directamente ao utilizador.

O site da Advertising Age vai ainda mais longe, ao dizer que o gigante McDonald´s está a trabalhar num projecto para fazer uso desta nova funcionalidade. Presentemente, o Facebook do McDonald´s já inclui uma secção só para os habitantes dos Estados Unidos, através da qual estes recebem updates diários com base no seu código postal, não só sobre novos produtos, mas também sobre eventos a decorrer nos McDonald´s existentes nessa área.Com a nova funcionalidade, todos os utilizadores desta Rede Social poderão dar a conhecer aos seus amigos a sua localização exacta e talvez conseguir marcar um encontro no café mais próximo, por exemplo.

A Oferta Global reconhece que o Facebook é um mercado infindável de publicidade e marketing, especialmente com os seus mais de 400 milhões de utilizadores activos, ao qual todos os dias mais pessoas continuam a aderir.


Partilhar
Escrito por:

Ana Ferrão

Mais posts de Ana Ferrão

Social Media Revolution Maio 10th, 2010

Os social media são a cada dia que passa um canal de comunicação com mais influência entre os utilizadores e consumidores. As grandes marcas investem milhões em campanhas de marketing e desenvolvimento de estratégias para trabalhar a sua presenta em sites como o Twitter e o Facebook.

Sabia que a maioria dos utilizadores de Internet pesquisam produtos online procurando opiniões honestas de outros utilizadores que os tenham adquirido ou consumido? Uma boa relação online com os seus clientes pode reflectir-se no aumento de vendas e notoriedade do seu negócio.

O vídeo que segue demonstra o crescimento dos canais de comunicação online e como influenciam actualmente a vida dos seus utilizadores.

Conheça os nossos serviços de Social Media Marketing e descubra como podemos ajudar o seu negócio. Contacte-nos.


Partilhar
Escrito por:

Mario Andrade

Consultor de Search Engine Optimization e Web Analytics. Entusiasta por Social Media e Web Strategy e blogs. Apaixonado por fotografia e aventura.

Mais posts de Mario Andrade

Tyrannybook a nova Rede Social da Amnistia Internacional Maio 7th, 2010

Num projecto extremamente arrojado e moderno, a Amnistia Internacional foi até onde ninguém foi e criou a sua própria Rede Social, o Tyrannybook.

No seguimento do boom das Redes Sociais e do Networking, a Amnistia Internacional tenta assim ser notícia e gerar interesse junto dos internautas para aderirem às suas causas.
“Formando uma comunidade global de defensores dos Direitos Humanos. Esta organização sem fins lucrativos tem como objectivo de comunicação em 2010, envolver-se mais nas redes sociais.” – Explica a Amnistia Internacional – Portugal.

O Tyrannybook tem como finalidade não só de dar a conhecer políticos que não respeitam os Direitos Humanos mas também, de juntar num grupo global os apoiantes da Amnistia Internacional. Os utilizadores desta Rede Social terão assim a possibilidade de se juntar numa causa comum, trocar opiniões e escolher os tiranos que querem seguir.

Num formato um tanto ou quanto parecido ao do Facebook, esta Rede Social incita os seus utilizadores a juntar forças contra vários tiranos enumerados por esta organização não – governamental. Numa primeira fase fazem parte da lista: Robert Mugabe de Zimbabué, Omar Al-Bashir do Sudão, Kim Jong Il da Coreia do Norte, Than Shwe de Mianmar, Hu Jintau daChina, Mahmoud Ahmadinejad do Irão, Thomas Lubanga Dyilo da Republica Democrática do Congo, Radovan Karadzic da Sérvia, Aleksandr Lukashenka da Bielorrússia e Ramzan Akhmadovich Kadyrov da Chechénia. Estes políticos que cometem mais atentados contra os Direitos Humanos serão vigiados em tempo real, fazendo assim chegar a mensagem directamente aos seus apoiantes, mais depressa e sem barreiras.

Esta estratégia inovadora de Social Media Marketing vem portanto só confirmar o que a Oferta Global afirma: que os Social Media são o futuro. Se quiser saber como aderir a esta nova Rede Social basta ver o vídeo abaixo da Amnistia Internacional – Portugal.


Partilhar
Escrito por:

Ana Ferrão

Mais posts de Ana Ferrão

Um meteoro chamado Social Media Marketing Maio 6th, 2010

Muito se tem dito sobre os Social Media e mais recentemente sobre Social Media Marketing. Mas quais são as vantagens de fazer uma campanha publicitária nos Social Media?

Num mundo cada vez mais global e adepto das tecnologias, as pessoas interligam-se em Redes Sociais como o Facebook, Twitter, Hi5,  YouTube, entre tantas outras. Com a internet, a informação tornou-se acessível em qualquer parte do mundo, gerando ao mesmo tempo uma procura incessante de novidades. Muitas empresas como o gigante Coca-Cola, vendo esta oportunidade gratuita de se aproximar do seu público-alvo, criaram campanhas publicitárias nas Redes Sociais: Facebook, YouTube, Twitter, Myspace e Bebo.

Mais recentemente, as empresas portuguesas começam a valorizar os Social Media e a  reconheceram a necessidade de criar campanhas publicitárias através dos Social Media. A portuguesa Optimus, por exemplo,  também se converteu ao Facebook, tendo dado aos utilizadores da Rede Social, a oportunidade se candidatarem a estágios.

Segundo um estudo levado a cabo por Utpal Dholakia e Emily Durham da Rice University publicado na Harvard Business Review, concluíram que depois destes terem criado uma página no Facebook para uma cadeia de cafés e pastelarias de Houston, os utilizadores que se tornaram fãs, criaram uma ligação emocional ainda maior com a marca. Por último, estes fãs demonstraram uma maior fidelização à empresa quando deparados com a situação de poderem comprar outra marca. Quanto ao nosso país este  é considerado como uma promessa no mercado de publicidade online. De acordo com a European Interactive Advertising Association, Portugal está no grupo de países emergentes onde se espera que nos próximos anos haja um rápido aumento do tempo utilizado na internet.

Por todos estes motivos vale a pena identificar os principais benefícios que uma campanha publicitária nas Redes Sociais trará à sua marca tais como comunicar directamente com o seu público-alvo num ambiente informal, criando assim uma relação mais próxima com o consumidor. Automaticamente a empresa irá conhecer o público-alvo mais detalhadamente e desenvolver uma base de dados que poderá ser utilizada em novas estratégias de marketing. Tudo isto irá gerar  publicidade grátis através de publicações de artigos de estratégia de marketing online, direccionando o tráfego externo para o site da empresa, fazendo assim com que os consumidores estejam expostos à marca por mais tempo. A marca irá portanto beneficiar e melhorar a sua reputação online.

Com tudo isto pode concluir-se que se uma marca não tem visibilidade então é como se não existesse, especialmente no que se refere aos motores de busca. Numa era cada vez mais global é extremamente importante ter um contacto directo com o mercado e sucessivamente com o consumidor. Se 80% dos internautas portugueses utilizam as Redes Sociais, então estas devem estar na sua estratégia de marketing, e a Oferta Global reconhece este potencial dos Social Media.


Partilhar
Escrito por:

Ana Ferrão

Mais posts de Ana Ferrão